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Bruno Moreno (1988, São Paulo) é graduado em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo.


Desde 2014, é colaborador da plataforma Marcelo Evelin/Demolition Incorporada em obras que vêm sendo apresentadas em festivais como KunstenFestivaldesArts (Bélgica), Festival de Outono (França), Bienal Sesc de Dança (Brasil) e Kyoto Experiment (Japão) entre outros. 

 

De 2018 a 2026, fez parte da direção artística e da equipe de programação do CAMPO arte contemporânea, espaço de residência artística em Teresina, Piauí. 

 

Colaborou como performer com os coreógrafos Alejandro Ahmed (Grupo Cena 11 Cia de Dança), Luis Garay (Colombia/Alemanha) e foi membro do [pH2]: estado de teatro, criando trabalhos como performer e diretor coreográfico.

Seus trabalhos partem de um pensamento coreográfico e tomam forma no vídeo, performance e escultura.

Suas obras em vídeo circularam em contextos nacionais e internacionais como a Mostra de Cinema de Tiradentes, Short Waves (Polônia) e da revista Accesos do Museu Reina Sofia (Espanha). 
Cinema para os Mortos (2023) foi
premiado em festivais como Ann Arbor (EUA) e Short Out (Itália), além de Camboa (2020) integrar o acervo de obras do Museu de Arte Contemporânea do Paraná


Bruno participou do programa de residências do Espaço Alkantara (Lisboa), além de se apresentar na Mostra VERBO da Galeria Vermelho (São Paulo). Foi um dos artistas residentes do PIVÔ Pesquisa 2024 e em 2025 foi residente da Villa Arson em Nice, França.
Seu mais recente trabalho, O Nascimento do Vento, foi indicado ao prêmio APCA Dança na categoria criação/coreografia.

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